De que valem os estímulos se nós não lhes dermos a devida atenção?

Os estímulos e incentivos que recebemos necessitam da nossa aceitação. Dando-lhes o devido valor, eles despertam em nós a consciência interna da importância das nossas possibilidades.

Para fazermos nascer os estímulos internos, nós precisamos, antes de tudo, acreditar que eles são úteis e valiosos. Ao adquirirmos esta compreensão, imediatamente nos predispomos a colocá-los em prática.

Se insistirmos em desconhecer ou mesmo em renegar os estímulos que sentimos ou que recebemos de quem nos quer ver progredir, o que virá em seu lugar? A ineficiência, o desânimo e a derrota.

Confiemos, portanto, na nossa incrível capacidade para superar obstáculos. Aceitemos ou procuremos ajuda, no saudável reconhecimento das nossas limitações, e na certeza de que Deus quer que vivamos uns pelos outros, em comunhão.

A partir deste sábado, reforcemos a ideia de que, quem valoriza o coletivo, lhe prestando a sua contribuição, jamais estará sozinho, pois a ajuda e os estímulos estarão presentes e a recíproca será sempre verdadeira.

Um abraço!

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