Leveconsciencia

Simplicidade e Leveza

Numerologia

NUMERLOGIA DA ALMA  
As informações dos números de forma isolada não fornecem material suficiente para uma analise profunda da natureza humana. Os números são como notas musicais, que de acordo com a posição em que ocupam, acrescentam valor e juntos  formam uma bela melodia. Os números  precisam ser analisados dentro do conjunto da obra para nos ajudar a desvendar os mistérios da Alma Humana, bem como da  Personalidade que a alma desempenha nesta vida, sua Missão, seus Talentos trazidos e os caminhos percorridos nas suas ultimas Jornadas e toda a trama que por ela será vivida para o seu crescimento espiritual.

Para conhecer melhor este estudo é preciso se dedicar ao estudo da Numerologia da Alma, que segue os Princípios Ensinados pelo Mestre Pitágoras para ajudar o aprendiz a conhecer-se primeiro a si mesmo.  Diante do mapa Numerológico devidamente orientado pelo Mestre, o aprendiz  conhecerá suas fraquezas, suas lições não aprendidas, seus desafios e talentos e sua Missão nesta vida, passando de refém das fatalidades para  criador das oportunidades.

Os Mestres sempre nos aconselham “Conhece-te a Ti Mesmo”.  Sem este autoconhecimento, fica muito mais difícil caminhar em busca do “Altoconhecimento”  ou o conhecimento Alto, que nos possibilitará compreender a nós mesmos e as leis Universais.



SIGNIFICADO ESOTÉRICO DOS NÚMEROS  ( Pitágoras )

Os números são apenas símbolos de princípios universais. Cada número deve ser  entendido pela sua essência, refletida na sua forma, que por sua vez nos revela os princípios Herméticos em ação.
Números simples  ( 1 a 9 )
O número 1 

simboliza o poder, a liderança e o comando. Ele é o símbolo da força e do desejo de exercer o controle da situação. Os excessos podem transformar o líder num autoritário e arrogante ditador. Ele é a expressão fiel do masculino, do yang, do homem e do Pai, como primeira pessoa da trindade sagrada.

O número 2 

Representa o  pacificador, habilidoso e mediador e do competente julgador. Essas nobres virtudes, quando empregadas de modo indevido, podem vir a se tornar exemplos de inseguranças, fraquezas, medos e mágoas. Este é o número do feminino, do yin, da mulher e da Mãe, como segunda pessoa da trindade.

O número 3 
O criativo e inspirador, o artista que é tocado pelo mundo das formas e da cor, e que dispõe de rara sensibilidade para manifestar o belo. Ele é o sentimental e o emotivo enamorado, que sonha mais do que faz, e que se expressa melhor por palavras do que por ações. Sonhar demais, pode levar o 3 a não terminar o que começou, deixando obras inacabadas, ao longo do caminho. Este é o número da auto-expressâo, da beleza, da arte e do Filho, como terceira pessoa da trindade.
O número 4 
É a expressão da racionalidade, da lógica, da rigidez e do materialismo. Ele significa cautela e segurança, a ausência da ousadia e o medo de mudanças, por absoluta aversão a ter de correr riscos. A exagerada necessidade de certeza, pode bloquear o futuro do 4, mantendo-o ancorado num porto sem mar. É o número que simboliza a casa como habitação e local de refúgio, assim como as cavernas, que abrigavam os nossos ancestrais.
O número 5 
É o instigador dos movimentos, o promotor das mudanças, o inspirador dos atos de libertação. Ele é o apaixonado aventureiro que está sempre de partida em busca de novas paixões. É o número da transição, que promove toda sorte de mudanças, virando o mundo de cabeça para baixo, sempre que encontra resistências. É o simbolismo do antigo guerreiro, que saía atrás da caça, enquanto a tribo aguardava o alimento. Os excessos dessa energia poderão suscitar indesejáveis vícios e ações irresponsáveis.
O número 6 
É  o número da família e do amor pessoal, relacionando-se ao casamento, à vida doméstica e às responsabilidades de sustento do lar. Ele é o numero que melhor define a atitude matriarcal ou patriarcal, quando por amor, todo tipo de intromissões e de dominação, costuma justificar os excessos cometidos. Ele está, por isso mesmo, associado a teimosias e imposições de regras e padrões, com o intuito de se mostrar dono da verdade. Se o número 4 é o arquétipo da casa física, o número 6 simboliza com absoluta clareza, o lar e tudo que se relaciona com o ambiente de dentro de casa.
O número 7 
É  o intelectual, o perfeccionista, o pesquisador, o solitário e o místico. Ele pode ser o monge, que se refugia num templo, ou o cientista, que se tranca num laboratório. Ele é o estudioso das ciências físicas e das ocultas, a ligação perfeita entre ciência e espiritualidade. Ele é o sacerdote do templo, o educador universitário, o arqueólogo das ruínas da história e o cavaleiro em busca do Graal. Crítico da sociedade e eterno rebelde com o que está em desacordo, ele pouco fará de prático para mudar o que julga errado. O culto aos segredos e mistérios podem levá-lo à iluminação ou torná-lo um eremita e solteirão. Ele é o símbolo do peregrino, o viajante solitário, que caminha para dentro de si mesmo.
O número 8 
É o símbolo do progresso, da eficiência na administração e no emprego adequado dos recursos disponíveis. Ele é um número que transcende o entendimento dos menos espiritualizados que o confundem com a ambição material e com as conquistas fáceis de dinheiro e poder. A mensagem contida neste número, ao contrário do que julga a maioria, revela que sem trabalho , honestidade e justiça, os ganhos e conquistas serão efêmeros, sendo perdidos com a mesma velocidade e facilidade com que foram conquistados. Ele é o símbolo do despertar da consciência para um universo maior do que os tesouros terrestres, é o infinito cósmico, quando é um 8 deitado.
O número 9 
É o irmão mais velho da humanidade, aquele que se preocupa tanto com os problemas alheios, que acaba por se esquecer de si mesmo. Ele é o humanitário, o altruísta e o despojado de vaidades e ambições. Nada o satisfaz mais do que ajudar o próximo a se libertar de suas fraquezas e prisões psicológicas. Se, por descaso ou descuido, ele tentar levar vantagem, em prejuízo de alguém, a consequência imediata e natural, não será outra senão as perdas e os prejuízos.
Esses são os números dos discípulos, os 9 atributos humanos, que definem e identificam a humanidade terrestre. Os 7 primeiros já vêm sendo bem entendidos e razoavelmente desenvolvidos, através dos tempos. Eles representam, atualmente, estágios já alcançados pela raça humana. Os dois últimos, porém, por serem símbolos da conexão evolutiva do homem com o Cosmos, ainda terão de ser vivenciados e praticados com maior profundidade, antes de serem corretamente interpretados. Um dia, enfim, ninguém mais irá confundir o número 8 com ambição por dinheiro e poder, nem o número 9 será visto como um número de azar, relacionado à falta de sorte.
O estudo correto desses 9 números dá-nos o entendimento perfeito da história do planeta e dos seus figurantes, a humanidade terrestre.

Números Mestres  (11,  22,  33)

Os números 11, 22 e 33 são números mestres, e simbolizam os créditos espirituais adquiridos ao longo do processo de evolução .

O número 11 
Representa o mestre espiritual que lidera os movimentos de expansão de consciência da humanidade, cabendo-lhe a função de sensibilizar os discípulos, indicando-lhes o verdadeiro caminho da iniciação.
O número 22 
Representa o mestre espiritual que traz a sabedoria celestial para a face da terra, passando conhecimentos e realizando obras de grande repercussão. Possibilidade de acessar informações arquivadas na mente inconsciente. O lado negativo pode gerar incredulidade.
O número 33 
Representa o mestre espiritual que se sacrifica pela humanidade, abrindo mão de direitos e conquistas pessoais, a favor dos outros. Não há no plano físico, maior vibração espiritual do que a que é simbolizada pelo número 33. Ele é a união das virtudes do 11 e do 22, porém num nível superior de freqüência vibratória.
  
 Números kármicos  (13/4,  14/5,  16/7,  19/1)
Os números 13, 14, 16 e 19 são números kármicos, e simbolizam os erros de conduta e desvios da missão, ocorridos ao longo do processo de evolução.
O número 13 
Representa o arquétipo da morte, tanto a física, quanto a espiritual, mas não expressa, de forma alguma, o sinal da morte de quem a traz no seu mapa. Essa morte sinalizada pelo número 13 pode ser simbólica, representando um profundo processo de transformação, ou significar uma experiência mística, a partir da morte, partida ou distanciamento de uma pessoa muito amada. A presença do 13 fala de preguiça, medos e omissões, herdados de vidas passadas.

O número 14 

Representa o arquétipo da valorização exagerada das posses físicas, do apego pelos bens materiais e dos rompimentos de relações com a família. A presença do 14 fala de tristezas causadas a pessoas amadas e perda de patrimônio familiar, através do jogo ou de paixões aventureiras.

O número 16 
Representa o arquétipo do fracasso e da destruição de sonhos e ideais, em razão de orgulho, vaidade, egoísmo e um destrutivo egocentrismo. A presença do 16 fala de traições, mentiras e escândalos, atitudes arrogantes e decepcionantes, que deixaram marcas e cicatrizes nas almas de muita gente. Os fracassos do número 16 são invariavelmente relacionados a missões espirituais que deixaram de ser cumpridas, por mau uso do poder ou por excessos de autoritarismo. O uso de magia negra ou a exploração da ingenuidade dos seus discípulos levaram muitos mestres a sofrer, por diversas encarnações seguidas, o trauma do fracasso da missão espiritual.
O número 19 
Representa o arquétipo das cobranças de dívidas, contraídas em vidas passadas, pela posse indevida de direitos e valores, e que terão de ser quitadas ao longo da vida. A presença do 19 fala de ganhos e perdas constantes, num tira e dá, da parte do destino, que deixa muitas pessoas descontroladas e inconsoláveis. O processo se assemelha a um juízo final, numa espécie de acerto de contas, para acabar com todas as pendências e sair desta vida sem dever nada a ninguém.
 

                 Tabela de Pitágoras

1
A
J
S
2
B
K
T
3
C
L
U
4
D
M
V
5
E
N
W
6
F
O
X
7
G
P
Y
8
H
Q
Z
9
I
R
Colaboração : Gilberto Gonçalves –  gilbertodacunhagoncalves@gmail.com

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