Muito instigante a reflexão sobre o poder e seus reflexos – as consequências dos atos cometidos.


Me faz pensar que o SER já é PODER. Assim, cada um de nós – por menor e menos “poderoso” que seja – tem poder. O poder exercido sobre cada um que cruza seu caminho.

O poder no relacionamento que tanto pode alegrar, abençoar, fortalecer, quanto infernizar e enfraquecer.Conosco mesmo: que poder temos exercido sobre nós mesmos?


Se o poder corrompe, não é bem a nós, ou a nossa alma, mas antes corrompe as delicadas teias de relações vitais. Um poder destrutivo é algo como um suicídio e, portanto, só pode ser praticado dentro de uma grande nebulosa de ignorância.


A luz, assim, a luz do conhecimento e do amor, tem sido a medicina clássica para salvar o ser humano da estupidez e do poder mal exercido.


O ser humano adora o brilho e o brilho pode ser a magia atrativa para tirá-lo das trevas.
Me faz pensar também sobre a importância dos bem intencionados sonhadores que desejamos mudar o mundo aprender a arte da luz, dos fogos de artifícios, das regras formais da matéria, para poder fazer lindas obras de arte que encantem e atraiam seus semelhantes e, mais importante, para atrair aqueles que ainda se encantam apenas com o brilho exterior, mas que, por força do caminho, acabarão por descobrir as luzes interiores.


E depois que todas as luzes de fora e de dentro estiverem bem familiares, vamos então em busca da luz pura que nem se sabe mais o que é, por estar em toda a parte, brilhando sem fim.


abraços afetuosos e gratidão por compartilhar!


Silvia Fittipaldi

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Comunicóloga, gestora da Magic RM ComunicaçãoSecretária Executiva do Instituto Fayga Ostrower
Membro da equipe multicoordenação da Campanha Curriculum Global por uma Economia Social SolidáriaPesquisadora autônoma no campo da Consciência e Linguagem / Autogestão e Sustentabilidade