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Você já observou como a natureza constrói uma grande árvore?

Primeiro um pequeno broto rompe a terra e sobe a superficie, depois começam a surgir pequenas folhas e aos poucos um pequeno caule começa a crescer elevando a folhinha que se desenvolve e se desenrola  até que novas folhinhas começam as nascer. O pequeno e fino caule continua crescendo e se tornando mais forte até que atinge uma certa estatura ao mesmo tempo em que as folhas já ganham firmeza.

Quando o caule já apresenta uma certa firmeza surge então uma pequena protuberância no meio do caule e aos poucos rompe-se uma pequena folhinha que vai crescendo devagar enquanto um pequeno novo caule horizontal vai distanciando a folhinha de sua base até formar um pequeno galhinho derivado daquele pequeno caule . A medida que isso tudo acontece o caule principal vai ganhando forma de um tronco mais resistente e novos brotos vão surgindo no tronco, e todo o processo vai se repetindo formando novos galhos, sempre levando em suas estremidades algumas folhagens.

A pequena árvore agora já  tem vários galhos e destes galhos começam também a se derivar outros formando uma bela estrutura de folhas e galhos.

E tudo continua se ampliando cada vez mais em forma de firmeza do tronco e diversidade dos galhos até formar uma frondosa árvore que finalmente começa a dar belos frutos.

O inesperado aparentemente sem planos  ganha diante de nossos olhos uma forma perfeita revelando o projeto oculto na semente, para ser construído segundo as leis da natureza.

A inteligência humana é baseada na dimensão do conhecido. O saber vem do aprendizado e com ele fazemos nossas análises e reflexões e chegamos as nossas conclusões. O desconhecido, inesperado ou oculto não pertence ao mundo da razão e análise porque não podemos calcular o que desconhecemos.

Mas a natureza se expressa pela manifestacao do desconhecido e inesperado de forma espontânea e aparentemente caótica para mostrar mais a frente uma ordem e inteligência perfeita em tudo que realiza guiado por uma sabedoria que permanece oculta a razão.

É um ato de sabedoria deixar-se guiar passo a passo por esta inteligência oculta que não esplica seus planos, apenas oferece a semente do espontâneo e inesperado.  É como beber na fonte da inteligência infinita seguindo um fluxo interno que orienta o próximo passo que daremos.

“Venha a  nós o vosso reino; seja feita a sua vontade; o pão nosso de cada dia nos daí hoje”

O desejo do homem move o coração de Deus que lhe envia as sementes do desconhecido para que este plante e construa sua própria árvore segundo as leis da natureza, e colha os frutos que embala em seu coração.

Sob o influxo as obras que fizeres terminaras, fugindo o engano rude. Verso Áureos de Pitágoras.

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