Nossa vida é feita pequenos e curtos momentos de liberdade e longos períodos de escravidão.

Os momentos de liberdade São aqueles em que podemos fazer uma escolha entre duas ou mais possibilidades. Em seguida inicia-se um longo período em que somos levados a vivenciar as circunstâncias de nossa escolha.

“A sementeira é livre mas a colheita obrigatória”

Até que o ciclo se encerra e surge novamente o tempo de preparar a terra, escolher as sementes e iniciar uma nova plantação…

Todo dia fazemos novas escolhas ao mesmo tempo em que estamos colhendo os frutos das escolhas passadas.

Podemos assim renovar as escolhas que fizemos ontem, reafirmando nossos erros e vícios, mas também temos a oportunidade de ousar uma nova possibilidade e criar uma nova onda que poderá nos levar a uma saída deste círculo vicioso…

Todo dia pode ser o final de um ciclo e o início de outro.

O que em nós está velho e já em estado de putrefação e precisa ser arrancado, deixado para traz?

O que precisa nascer, qual o novo desejo ainda tímido?

Se mantivermos estás perguntas na mente, talvez surja repentinamente uma resposta, ou alguém nos fale algo de forma especial, talvez um trecho de um livro, ou até mesmo uma frase em um comercial…

Então diante desta luz, talvez tenhamos a coragem de arrancar as últimas camadas desta pele velha, e ter a ousadia de iniciar algo novo…

Esta esperança será a chama que alimentará um longo trabalho de reconstrução que se inicia…. ”

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