Você já percebeu que não consegue lembrar facilmente certas coisas simplesmente porque quer lembrar, enquanto que outras coisas surgem repentinamente na mente diante de certas situações ou palavras?

Nossa memoria funciona com um mecanismo de associação e os fatos, palavras e situações da vida funcionam como gatilhos que disparam uma sequencia de ideias e trazem a tona nossas memorias e junto com elas as emoções que vivenciamos, produzindo alegria ou sofrimento.

Se continuamos cultivando as mesmas atitudes e crenças, certamente reviveremos tais emoções com a mesma intensidade ou até maior, dependendo das nossas atuais concepções e compreensão dos fatos.  Assim, renovaremos a emoção e regravaremos tais memorias reavivando-as ainda mais em nossa alma.

Mas se pelo contrario, nossa compreensão evoluiu, seremos capazes de lidar com tais memorias de forma mais serena e talvez até com perdão ou compaixão e assim tais memorias não serão mais gravadas no mesmo local em nosso cérebro.  Então aquelas velhas memorias serão praticamente extintas e substitutas pela nossa nova compreensão e não mais poderão fazer pressão em nosso subconsciente, perdendo o poder sobre nós.

E se elas eram causadoras de algum mal físico ou mental, simplesmente poderemos ser curados milagrosamente.

Ao Perdoarmos alguém ou a nós mesmos, na verdade estamos nos curando daquilo que carregávamos em nossa alma e que nos aprisionava aquela situação dolorosa. Na maioria das vezes o outro nem tinha consciência dos nossos sofrimentos e ainda assim renovávamos tais sentimentos a cada situação semelhante que nos acontecia, como prisioneiros carregando pesadas correntes pela vida a fora…

Mas o sábio Médico, Mestre dos mestres, já nos havia ensinado esta lição na oração do Pai Nosso…

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